Como estruturei e escalei dois Design Systems em fintechs diferentes, criando um modelo de embaixadores que tornou o DS responsabilidade de todo o time.
Design Systems
DesignOps
Governança
Fui responsável por dois Design Systems em fintechs com contextos completamente diferentes: um construído do zero numa corretora em transformação, outro herdado e escalado numa startup que cresceu de 5 para 20 designers. Em ambos, o desafio central foi o mesmo: fazer o DS deixar de ser coisa de design e se tornar responsabilidade de todos.

Problema
Na Easynvest, o produto acabara de passar por um rebranding e não havia fonte única da verdade: designers e devs trabalhavam desalinhados em três plataformas diferentes. Na Cora, o DS existia, mas o crescimento acelerado gerou inconsistências, falta de documentação e perda de engajamento entre as áreas.
Solução
Nos dois contextos criei o modelo de Embaixadores do DS: devs de cada plataforma com responsabilidades claras de evangelização, manutenção e evolução. Conduzi workshops de princípios de design, alinhamento de nomenclatura e auditorias de componentes. Na Cora, evoluí o modelo incluindo Product Designers como embaixadores e criei um fluxo estruturado de criação e documentação integrado às sprints dos squads.
Processo
Conduzi workshops de princípios de design, alinhamento de nomenclatura entre designers e devs, e auditorias de componentes nas duas empresas. Na Cora, evoluí o processo para incluir Product Designers ativamente na criação e documentação, integrando esse fluxo diretamente às sprints dos squads.
Resultado
Na Easynvest: novo produto lançado com 70% de adoção do DS na web; outros produtos chegaram a 55%. Na Cora: melhoria significativa de comunicação entre design e desenvolvimento, roadmap de DS alinhado com coordenações e documentação que reduziu atendimentos recorrentes.



